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Doguinhos a jato
Numa manhã ensolarada em São Paulo, algo diferente começou a acontecer no céu cinza de sempre. Entre prédios da Paulista e antenas da Zona Leste, surgiram doguinhos a jato, com mochilinhas reluzentes nas costas e óculos de piloto tortinhos no focinho.
O primeiro foi o Bidu Turbo, um vira-lata caramelo que decolou da laje de um prédio em Itaquera fazendo “vruuum!”. Logo atrás vieram a Lola Foguete, uma poodle branca que adorava dar piruetas no ar, e o Thor Supersônico, um bulldog que voava meio reto demais, mas com muita determinação.
Eles sobrevoavam a cidade desviando de helicópteros, passando entre prédios espelhados e fazendo sombra nos carros lá embaixo. As pessoas paravam no trânsito, apontavam para o céu e gritavam:
— OLHA O DOGUINHO A JATO!!!
A missão era secreta: espalhar alegria pela cidade. Cada latido supersônico fazia alguém sorrir, cada rastro brilhante no céu transformava buzinas em risadas. Até o relógio da Sé parecia bater mais leve.
Quando passaram sobre o Parque Ibirapuera, os doguinhos diminuíram a velocidade e formaram um coração gigante no céu, soltando confetes em forma de ossinho. Os drones dos influenciadores quase não deram conta de filmar tudo.
No fim do dia, quando o sol se pôs atrás dos prédios, os doguinhos pousaram cansados, felizes, com as orelhas tremendo e o rabinho abanando. São Paulo continuava grande, barulhenta e apressada — mas agora, todo mundo sabia:
Se um dia o céu ficar barulhento demais…
talvez sejam só doguinhos a jato cuidando da cidade ????✨

